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sábado, 24 de outubro de 2009

PREMIAÇÃO DA 2ª COPA INTERNACIONAL DE FUTEBOL INFANTIL RUBEN PAZ 2009

CATEGORIA SUB-17 (NASCIDOS EM 1992/93)


CAMPEÃO: S.E.R. CAXIAS DO SUL E CRUZEIRO E.C. SANTIAGO
Receberam os Troféus em homenagem ao Sr. JOSÉ ANTÔNIO ARDAIS WORTMANN (BIDO) E IN MEMORIAN A CARLOS EDUARDO RIANI ARIETA (GORDO RIANI)

3º LUGAR: S.C. INTERNACIONAL
Recebeu o Troféu em homenagem ao Sr. FLÁVIO GARCIA DA ROSA SELVERO

Disciplina: CRUZEIRO E.C. SANTIAGO
Recebeu o Troféu em homenagem ao Sr. JOÃO BATISTA RODRIGUES SOARES

ATLETA REVELAÇÃO: DIONATAN MACHADO DE OLIVEIRA (TINGA) - S.E.R. CAXIAS DO SUL
Recebeu o Troféu em homenagem ao Sr. CLAUDIO EDUARDO SELVERO

GOLEIRO MENOS VENCIDO: GUILHERME SCHIMIDT - CRUZEIRO E.C. SANTIAGO
Recebeu o Troféu em homenagem ao Sr. JOÃO FERNANDES LEMES NETO

GOLEADOR: TIAGO RODRIGUES - S.C. INTERNACIONAL
Recebeu o Troféu em homenagem ao Sr. ZÓZIMO PEREIRA DOS SANTOS


CATEGORIA SUB-15 (NASCIDOS EM 1992/93)


CAMPEÃO: E.C. JUVENTUDE
Recebeu o Troféu em homenagem ao Sr. JOSÉ ANTÔNIO ARDAIS WORTMANN

VICE-CAMPEÃO: S.C. INTERNACIONAL
Recebeu o Troféu em homenagem IN MEMORIAN A CARLOS EDUARDO RIANI ARIETA

3º LUGAR: E.C. SÃO JOSÉ
Recebeu o Troféu em homenagem ao Sr. FLÁVIO GARCIA DA ROSA SELVERO

Disciplina: ESC. FUT. M.S. DE SÃO BORJA
Recebeu o Troféu em homenagem ao Sr. JOÃO BATISTA RODRIGUES SOARES

ATLETA REVELAÇÃO: FRANCISCO CARLOS CARVALHO - E.C. SÃO JOSÉ
Recebeu o Troféu em homenagem ao Sr. CLAUDIO EDUARDO SELVERO

GOLEIRO MENOS VENCIDO: AIRTON MICHELON - E.C. JUVENTUDE
Recebeu o Troféu em homenagem ao Sr. JOÃO FERNANDES LEMES NETO

GOLEADOR: ANDRIGO OLIVEIRA - S.C. INTERNACIONAL
Recebeu o Troféu em homenagem ao Sr. ZÓZIMO PEREIRA DOS SANTOS


CATEGORIA SUB-13 (NASCIDOS EM 1992/93)


CAMPEÃO: E.C. SÃO JOSÉ
Recebeu o Troféu em homenagem ao Sr. JOSÉ ANTÔNIO ARDAIS WORTMANN

VICE-CAMPEÃO: C. A. PEÑAROL
Recebeu o Troféu em homenagem IN MEMORIAN A CARLOS EDUARDO RIANI ARIETA

3º LUGAR: C.T. SÁ VIANA - URUGUAIANA
Recebeu o Troféu em homenagem ao Sr. FLÁVIO GARCIA DA ROSA SELVERO

Disciplina: E.C. SÃO JOSÉ
Recebeu o Troféu em homenagem ao Sr. JOÃO BATISTA RODRIGUES SOARES

ATLETA REVELAÇÃO: GONÇALO LATTORE - C. A. PEÑAROL
Recebeu o Troféu em homenagem ao Sr. CLAUDIO EDUARDO SELVERO

GOLEIRO MENOS VENCIDO: THIAGO CARDOZO - C. A. PEÑAROL
Recebeu o Troféu em homenagem ao Sr. JOÃO FERNANDES LEMES NETO

GOLEADOR: LEONARDO SPÍNDOLA - E.C. SÃO JOSÉ
Recebeu o Troféu em homenagem ao Sr. ZÓZIMO PEREIRA DOS SANTOS

FORAM MARCADOS NAS TRÊS CATEGORIAS EM 68 JOGOS UM TOTAL DE 277 GOLS, MÉDIA DE 4,07 POR PARTIDA, SENDO:

- CAT. SUB 13: 23 JOGOS, 79 GOLS MARCADOS, MÉDIA DE 3,4 POR PARTIDA.

- CAT. SUB 15: 26 JOGOS, 154 GOLS MARCADOS, MÉDIA DE 5,9 GOLS POR PARTIDA.
- CAT. SUB 17: 19 JOGOS, 44 GOLS MARCADOS, MÉDIA DE 2,3 GOLS POR PARTIDA.

domingo, 18 de outubro de 2009

Associação ganha novo uniforme

Alisson Vieira vestindo o novo uniforme

A empresa PIETÁ Comercial de Cereais, de Quaraí, através de seus proprietários João Silva e Chico Magalhães, fez a doação de um novo uniforme para a Associação Ruben Paz.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

2ª COPA INTERNACIONAL DE FUTEBOL INFANTIL RUBEN PAZ
- CHAVES POR CATEGORIAS -


Em breve a tabela completa da competição!


domingo, 20 de setembro de 2009

ESCUDO DAS EQUIPES QUE ESTARÃO
DISPUTANDO A 2ª CIFIRP/2009


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Esta chegando o dia do grande evento esportivo
do ano
em Quaraí

Preparação do gramado do Estádio Aluizio Falcão

São grandes os preparativos para a CIFIRP 2009 - 2ª Copa Internacional de Futebol Infantil Ruben Paz, que vai acontecer de 09 a 12 de outubro em Quaraí e Artigas. Apesar das chuvas, há continuidade na arrumação do gramado do Estadio Aluizio Falcão, com o plantio de grama em locais que estavam somente com terra e nas áreas onde estava queimado pela cal, serviço realizado pela Secretaria da Agricultura e coordenada pela SECODELT.

O evento deste ano cresceu de uma maneira que a população ira se surpreender, o trabalho é grande por parte dos integrantes da Associação R. Paz na organização do evento e da SECODELT com secretaria Izar Miraihl e sua equipe nos preparativos do estadio para estar bonito para a abertura do torneio dia 09/10 a partir das 13:00hs, assim como as demais secretarias da prefeitura municipal, câmara de vereadores e do coordenador Luiz Boaro em P. Alegre que abraçou a causa junto à Associação. Se no ano passado teve a visita de agremiações de sete cidades e com doze equipes, nesta edição dobrou o numero de cidades e de equipes e com um potencial que é a presença do Sport Clube Internacional com sua categoria juvenil.

Pedimos o prestigio de nossa população que assistira grandes jogos, principalmente no juvenil que terá além de Inter, a SER Caxias, Brasil de Pelotas, Cruzeiro de Santiago, Grêmio Bagé, clubes importantes do futebol gaúcho e formadores de craques. Também será importante a disputa da categoria infantil, com a participação do representante de nossa cidade a Ruben Paz campeã da 1ª edição, que terá a forte concorrência de clubes como: São José de P. Alegre, Penãrol de Montevidéo e Juventude de Caxias.

Estamos subindo degraus, para termos dentro de pouco tempo uma das mais importantes competições do futebol de base do estado e do pais.

Com o apoio de nosso prefeito João Carlos Gediel e seus secretários, da Intendência Municipal de Artigas e o grande parceiro deste ano que é a FUNDERGS, na pessoa do presidente Charopen, atingiremos nosso objetivo. Ganha a nossa sociedade, nossas crianças e adolescentes, enfim, nossa cidade será incluída do cenário dos grandes eventos esportivo do Rio Grande do sul, Brasil e Exterior. É um sonho, mas que pode ser alcançado, com o esforço de todos e o reconhecimento de nossa população conseguiremos esse intuito.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Fundergs visita Quaraí
Diretoria da ARP, Secretaria Izar e Presidente Charopen


Na quarta feira (19), a diretoria da associação prestigiou a assinatura do termo de cooperação técnica da Fundergs junto a prefeitura de Quaraí na implantação de um núcleo do programa Segundo Tempo que beneficiará 200 crianças e adolescentes do município. Aproveitando a visita do Presidente Solimar Charopen, foi tratado assuntos da parceria Fundergs e Associação na infraestrutura da 2ª CIFIRP em outubro.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

ARTIGO NO BLOG - MÊS AGOSTO/2009


Iniciação esportiva: um tema recorrente

Uma boa pedagogia não é aquela que demonstra um gesto para ser imitado, automatizado, mas é aquela que permite ao educando vivenciar um processo de ensino-aprendizagem.

Por Alcides Scaglia - Universidade do Futebol


Uma boa pedagogia não é aquela que demonstra um gesto para ser imitado, automatizado, mas é aquela que permite ao educando vivenciar um processo de ensino-aprendizagem.

Falar sobre iniciação esportiva e iniciação ao futebol é a mesma coisa, pois tanto na forma quanto no conteúdo só me salta aos olhos as semelhanças, sendo que as teorias que sustentam minha afirmação me permitem desconsiderar as diferenças.


Sempre devemos pensar numa iniciação esportiva com foco nas semelhanças, na tese da família dos jogos, ou mesmo, na família dos jogos de bola, na família dos jogos de bola com os pés...

Quero ainda destacar que isso não impede ninguém de dizer escolinha de futebol, de basquete, de natação, mas pensar pedagogicamente numa escola de esporte.

As novas tendências em pedagogia do esporte apresentam inúmeros argumentos, teses e exemplos reforçando e sustentando um projeto de escola do esporte que tende ao “universal” (emprestando um termo cunhado por Benda e Pablo Juan Greco).

Contudo, antes de me ater e discorrer sobre a iniciação esportiva especificamente, insisto em um tema recorrente, chamando atenção à posição que muitas vezes se assume no tocante à iniciação esportiva, em que frequentemente a criança é subordinada à aprendizagem de estereótipos descritos em manuais técnicos, onde em suas “bulas” dizem alcançar resultados imediatos, porém os doutrinadores não se preocupam em determinar uma posologia para adequar à dosagem da “droga” (os graus de dificuldade) que será transmitido as crianças.

O professor João Paulo Medina foi muito feliz na sua reflexão sobre esse fato, dizendo que, como resultado dessa produção, pois não podemos chamar de construção, produz-se às vezes atletas espetaculares, mas não se dão conta do processo de desumanização que envolve os rituais para a sua produção.

É esta estereotipação de gestos técnicos aliada à automação de movimentos que devem dar lugar a uma pedagogia de esporte que humanize todo o processo; que não se preocupe apenas em produzir um atleta, mas sim em primeiro lugar forme o homem (sem reproduzir chavão, cair na retórica do esporte como panacéia, ou lugar-comum), que virá a ser o atleta do futuro, mais completo e seguro das suas possibilidades.

Uma boa pedagogia não é aquela que demonstra um gesto para ser imitado, automatizado, mas é aquela que permite ao educando vivenciar um processo de ensino-aprendizagem, onde, por meio da possibilidade de exploração, a criança descobre o seu gesto eficaz, o qual representa os seus possíveis.

Segundo o professor Incarbone (em um artigo do início da década de noventa): “O professor deve ter muito em conta que não deve modelar o menino à semelhança de ..., e sim ele deve dar uma grande bagagem de experiências motoras contribuindo para o armazenamento de seu acervo motor, o qual permita desenvolver-se no futuro com grande variedade de habilidades motoras, que não só apontariam para um esporte, mas também à sua vida diária.”

Novamente, sabiamente Medina complementa, afirmando que não é fácil formar homens quando o sistema pede robôs. Não é fácil desenvolver atletas cidadãos, críticos, conscientes, educados e criativos, quando o sistema pede apenas “máquinas” obedientes e automaticamente descartáveis, quando deixam de produzir o rendimento esperado.

Entretanto, longe de uma especialização precoce, o esporte deve permitir à criança iniciante a obtenção de uma boa cultura motora em meio a uma variedade de práticas corporais.

E proporcionando ao jovem uma aprendizagem sobre jogos adequada, estar-se-á tornando a prática esportiva alargada a todos e para sempre.

Gustavo Pires, em seu livro “O desporto no século XXI: os novos desafios”, corrobora e complementa, dizendo que o esporte visto como um meio educativo e um instrumento pedagógico, deve assumir características de complemento curricular à formação da criança, pois assim entendido, possibilita ao aluno o extravaso de suas necessidades, desejos e interesses envoltos num regime de liberdade de participação e escolha voluntária.

Portanto, se levados em consideração essas ponderações preliminares, estar-se-á garantindo o desenvolvimento de um trabalho que, longe de ser especialização precoce, proporcionará um desenvolvimento harmônico e global para as crianças que buscam sua iniciação esportiva, carregada de sonhos e desejos (nunca enganadas, iludidas ou mesmo, usadas).

Publicado no site universidadedofutebol.com.br, em 14/06/09.

"Histórico de um Craque"

Quarta-feira, 09 de abril de 2008

LEMBRA DELE? Ruben Paz, o incansável

Ex-meia do Inter jogou até os 46 anos e só parou por causa do convite de um amigo

Por Bernardo Ferreira
Do GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro

 

Ruben Paz já não era um garoto quando foi tricampeão gaúcho pelo Internacional, em 1984. Tinha 25 anos. Pois o meia uruguaio mostrou uma perseverança que causaria inveja a Romário, se mantendo na ativa até 2006, quando já havia completado 46 anos. 

E só se aposentou por causa do pedido de um amigo de infância, o também ex-jogador Mario Saralegui, que na época assumiu o comando do Peñarol pela primeira vez e chamou Paz para ser assistente. Hoje, os dois estão juntos novamente no comando da equipe uruguaia, desde março.

Na verdade, o ex-jogador colorado atuou em times de expressão até os 34 anos. A partir de então, disputou apenas torneios menores no Uruguai - como se fossem estaduais no Brasil, só que sem os grandes - e a Segunda Divisão na Argentina. Rubén Paz, que esteve nas Copas do Mundo de 1986 e 1990, conta que estendeu sua carreira porque se sentia bem, ainda que não suportasse os treinamentos - outra semelhança com o Baixinho.

"Quem é Ruben Paz"

Bernardo Ferreira        
  • NOME: Rubén Walter Paz Márquez
  • NASCIMENTO: Artigas (URU), em 8 de agosto de 1959
  • TIMES: Peñarol-URU, Inter, Racing-FRA, Racing-ARG, Genoa-ITA, Rampla Juniors-URU, Frontera Rivera-URU, Godoy Cruz-ARG, Wanderers de Artigas-URU, Nacional de San José-URU, Tito Borjas-URU e Pirata Juniors-URU
     

- É saudável jogar futebol, e me fazia bem estar no meio dos jovens. O problema é o dia-a-dia, o treino. Jogar é ótimo, você pode juntar os amigos e disputar uma partida. Mas eu precisava me preparar para não passar mal em campo - diz o uruguaio.


 Eliminado em Brasileirões confusos

A proximidade de Ruben Paz com o Brasil vem do berço: ele nasceu em Artigas, cidade na fronteira com o país. Foi para o Inter em 1982 e ficou no clube até a Copa do Mundo de 1986. O time fez sucesso no Rio Grande do Sul, mas nos Brasileirões sempre ficou pelo meio do caminho, em fórmulas de disputa cheias de grupos e fases.

- Hoje o Brasileiro está mil vezes melhor. Na minha época, se o time começasse mal, não ficava nem dois meses no campeonato. Era ruim principalmente para os times grandes, que investiam muito e tinham que buscar torneios internacionais se fossem eliminados - lembra o uruguaio, que esteve com o Peñarol em Belo Horizonte para o amistoso em comemoração do centenário do Atlético-MG.

Em 1985, o Colorado ficou fora da semifinal ao ser derrotado pelo Bangu por 2 a 1 no Beira-Rio. Em sua passagem por Porto Alegre, Ruben Paz teve duas filhas - Maria Fernanda e Maria Eugênia - e fez amizades que duram até hoje com ex-companheiros como Mauro Galvão, Rodrigues Neto e Edvaldo, além do técnico Otacílio Gonçalves.

”O Maracanã tinha 170 mil torcedores. Perdemos ao estilo uruguaio, jogando bem e para um Brasil que tinha jogadores em uma fase brilhante, como Romário".

-Lembrando a partida decisiva da Copa América de 1989

 Derrotado por Romário e uma torcida de 170 mil

Ruben Paz viveu de perto a última boa fase da seleção uruguaia. Além de ter disputado o Mundial em 1986 e 1990, era titular na Copa América de 1989, quando ficou em segundo lugar após perder a partida decisiva contra o Brasil. Romário marcou o gol do título.

AFP
Ruben Paz (no fundo) enfrenta Maradona no showbol, em 2007
rubenpaz

- O Maracanã tinha 170 mil torcedores, e nós havíamos feito uma partida brilhante contra a Argentina (vitória por 2 a 0). Perdemos ao estilo uruguaio e jogando bem para um Brasil que tinha jogadores em uma fase brilhante, como Romário. Fizemos uma Copa América muito boa.

Os dois Mundiais disputados por Ruben Paz entraram para a história de maneiras distintas. O de 1986 é visto como um exemplo de futebol mágico, graças a Maradona. E o de 1990, como um torneio sonolento. Na opinião do assistente do Peñarol, não há diferença técnica entre as duas Copas.

- Havia qualidade em 1986 e em 1990. Mas na primeira os times tiveram bastante tempo para trabalhar. Por isso, todos viram jogadores mais descansados, com melhor rendimento, e times mais entrosados.

O ex-jogador pode dizer que conquistou um título pelo Uruguai. Ele estava na seleção que foi campeã do Mundialito em 1980, um torneio amistoso de comemoração pelos 50 anos da primeira edição da Copa. Participaram Brasil, Argentina, Alemanha, Itália e Holanda (substituindo a Inglaterra), além dos donos da casa.